A riqueza de uma igreja pobre: quando ser fiel custa caro

Uma reflexão sobre a carta de Jesus à igreja de Esmirna, em Apocalipse 2:8-11.

Quando o mundo enxerga uma coisa, mas Jesus enxerga outra

Na mensagem anterior, olhamos para a igreja de Éfeso, uma comunidade com uma história admirável. Uma igreja que tinha doutrina, liderança, trabalho e perseverança. Paulo havia exercido seu ministério naquela cidade, Timóteo esteve à frente da comunidade, e Priscila e Áquila também participaram de sua trajetória. Era uma igreja de grande importância na história do cristianismo primitivo.

Mas, apesar de todas as suas qualidades, Jesus identificou um problema: ela havia abandonado o amor que tinha no princípio.

Agora, nossa atenção se volta para outra igreja. E o contraste não poderia ser mais interessante.

Éfeso era uma igreja com uma história grandiosa, mas que precisava recuperar seu primeiro amor. Esmirna, por sua vez, era uma igreja que enfrentava pobreza, perseguição e sofrimento, mas recebia de Jesus algo que nenhuma riqueza deste mundo poderia comprar.

Antes de entrarmos na carta, quero compartilhar uma experiência.

Certa vez, fui pedalar com alguns irmãos. Saímos da minha cidade e fomos até a Cidade vizinha, onde fica o Parque dos Dinossauros. Alguns resolveram estender o passeio e seguir por umas estradas na região das chácaras.

O problema é que a noite chegou, e ficou muito escuro. Alguns tinham lanternas, mas outros, como eu, não tinham.

Então, aqueles que possuíam iluminação começaram a iluminar o caminho para que nós também conseguíssemos enxergar por onde seguir.

Aquela situação me fez pensar em algo: quando estamos em um lugar escuro, precisamos de luz para encontrar o caminho.

E essa é uma das imagens que a Bíblia utiliza para descrever a missão da Igreja.

Porque Jesus começa falando com ela antes de revelar os acontecimentos futuros?

Porque a Igreja foi chamada para ser luz em um mundo caído. Antes de falar sobre aquilo que acontecerá no mundo, Jesus trata com aqueles que foram chamados para testemunhar nele.

Se a luz da Igreja se apagar, que esperança resta para esse mundo?

Em Mateus 5:14-16, Jesus chama seus discípulos de luz do mundo e ensina que essa luz deve brilhar diante das pessoas, para que elas vejam suas boas obras e glorifiquem o Pai.

Paulo também escreve aos filipenses que os cristãos devem resplandecer como luzes no mundo, em meio a uma geração corrompida e perversa (Filipenses 2:15).

A Igreja tem uma responsabilidade: ser luz para as nações.

Mas por que Jesus escolheu sete igrejas para transmitir essas mensagens?

O número sete, ao longo do Apocalipse, está associado à ideia de completude. Embora as sete igrejas fossem comunidades reais, localizadas em cidades da Ásia Menor, as mensagens que receberam carregam ensinamentos que ultrapassam suas circunstâncias locais e continuam relevantes para a Igreja de Cristo ao longo dos séculos.

O próprio Jesus explica o simbolismo:

“As sete estrelas são os anjos das sete igrejas, e os sete candelabros são as sete igrejas.”
— Apocalipse 1:20

Lembramos que, na carta a Éfeso, Jesus advertiu que, se não houvesse arrependimento, retiraria o candelabro de seu lugar.

Uma igreja sem candelabro é uma igreja sem luz. E uma igreja sem luz já não cumpre sua missão.

É por isso que precisamos prestar atenção ao que Jesus diz às igrejas.

Esmirna: uma cidade rica, uma igreja pobre

Esmirna era uma cidade importante da Ásia Menor, localizada na região da atual Izmir, na Turquia. Era conhecida por sua prosperidade comercial, beleza e lealdade ao Império Romano.

Era uma cidade que tinha orgulho de sua posição e de sua relação com Roma.

Mas, dentro daquela cidade próspera, havia uma comunidade cristã que vivia uma realidade completamente diferente.

A igreja enfrentava tribulações, pobreza e oposição por causa de sua fé. Seus membros estavam sujeitos a pressões sociais e religiosas, calúnias, prisões e até mesmo à possibilidade de morrer por não negarem a Cristo.

Aquela não era uma comunidade que desfrutava de prestígio ou reconhecimento público. Seguir Jesus tinha um custo.

Um personagem importante da história cristã está associado a essa cidade: Policarpo, bispo de Esmirna no século II e tradicionalmente relacionado ao apóstolo João.

Segundo o antigo relato conhecido como Martírio de Policarpo, ele foi preso por causa de sua fé e levado diante das autoridades romanas.

Tentaram intimidá-lo, ameaçando-o com o fogo e com as feras da arena. Mas Policarpo permaneceu firme.

Diante da pressão para negar Cristo, respondeu:

“Eu o sirvo há 86 anos, e ele nunca me fez mal algum. Como posso blasfemar contra meu Rei e Salvador, que me salvou?”

Policarpo acabou condenado à morte na fogueira.

Seu testemunho nos ajuda a compreender o ambiente em que a fé cristã era vivida naquela região. Para aqueles cristãos, reconhecer Jesus como Senhor não era apenas uma declaração religiosa. Era uma decisão que poderia custar a própria vida.

É nesse contexto que encontramos a carta de Jesus à igreja de Esmirna.

A riqueza que o mundo não consegue enxergar

A carta começa com uma apresentação muito especial:

“Esta é a mensagem daquele que é o Primeiro e o Último, que esteve morto mas agora vive.”
— Apocalipse 2:8

Observe que Jesus se apresenta de uma maneira muito significativa para uma igreja que enfrentava a possibilidade da morte.

Ele é o Primeiro e o Último. Aquele que esteve morto, mas agora vive.

Antes de falar sobre o sofrimento que aquela comunidade enfrentaria, Jesus lembra quem ele é.

A morte não tem a palavra final sobre aqueles que pertencem a Cristo. O Senhor que fala com Esmirna conhece a morte, venceu a morte e vive para sempre.

Em seguida, ele declara:

“Conheço suas aflições e sua pobreza, mas você é rico.”
— Apocalipse 2:9

Que declaração!

Jesus não ignora a realidade daquela igreja. Ele não diz que a pobreza era imaginária, nem que as aflições não existiam.

Ele conhece tudo.

Conhece suas lutas, suas tribulações, sua condição financeira e o ambiente em que aquela comunidade estava inserida. Nada passa despercebido aos seus olhos.

O salmista expressa essa mesma realidade:

“É impossível escapar do teu Espírito; não há como fugir da tua presença. Se subo aos céus, lá estás; se desço ao mundo dos mortos, lá estás também.”
— Salmos 139:7-8

Jesus conhece sua Igreja.

Mas existe algo surpreendente nessa declaração: Cristo reconhece a pobreza daquela comunidade e, ao mesmo tempo, afirma que ela é rica.

Aqui encontramos uma grande ironia.

Existem igrejas que o mundo olha e diz: são ricas, mas que, diante dos critérios de Cristo, precisam reconhecer sua pobreza.

E existem igrejas que o mundo olha e diz: são pobres, mas que, aos olhos de Jesus, são verdadeiramente ricas.

Isso nos leva a uma pergunta que merece nossa atenção: o que os céus dizem sobre mim?

O conceito de riqueza para o mundo geralmente está associado às conquistas, às posições que alguém ocupa, à beleza, ao patrimônio e ao sucesso que alcança.

Mas será que esses são os critérios que definem a verdadeira riqueza diante de Deus?

Em Filipenses 3:7-8, Paulo apresenta uma perspectiva completamente diferente.

Ele havia acumulado credenciais religiosas, possuía uma história respeitada e tinha motivos para se orgulhar de suas conquistas. Mas, depois de conhecer Cristo, passou a considerar tudo aquilo como perda diante da excelência de conhecer Jesus.

Aquilo que antes considerava lucro perdeu seu valor diante de algo infinitamente maior.

Paulo compreendeu que a maior riqueza não estava naquilo que possuía, mas naquele que havia encontrado.

Esmirna talvez não tivesse os recursos, o prestígio ou o reconhecimento que a sociedade valorizava. Mas possuía algo que não poderia ser comprado: uma fé que permanecia firme em Cristo.

A verdadeira riqueza de uma igreja não está naquilo que ela possui, mas naquele a quem ela pertence.

Ser fiel em um mundo que exige concessões

Jesus continua sua mensagem:

“Sei da blasfêmia dos que se opõem a você. Eles se dizem judeus, mas não são, pois a sinagoga deles pertence a Satanás.”
— Apocalipse 2:9

Essa é uma das passagens mais fortes da carta.

O texto descreve a oposição enfrentada pelos cristãos de Esmirna. A expressão utilizada por Jesus faz parte de uma linguagem profética de confronto contra aqueles que, embora reivindicassem uma identidade religiosa, estavam agindo como adversários do povo de Deus.

É importante compreender que essa advertência se dirige aos opositores mencionados naquele contexto específico, e não deve ser transformada em uma condenação generalizada do povo judeu.

Mas por que aquela igreja estava sendo perseguida?

Esmirna era uma cidade profundamente ligada ao Império Romano. Havia ali uma forte expressão de lealdade a Roma, inclusive por meio do culto ao imperador e às divindades associadas à vida pública.

Nesse ambiente, declarar que Jesus era Senhor não era uma afirmação sem consequências.

Quando alguém se convertia ao cristianismo, estava declarando que havia um novo Senhor sobre sua vida.

Já não era César quem determinava, em última instância, como aquela pessoa deveria viver. Era Jesus.

Isso significava recusar práticas religiosas que contrariavam sua fé, inclusive participar de atos de culto ao imperador.

A conversão tinha implicações públicas, sociais e até econômicas.

A fé cristã não era apenas uma questão de opinião particular. Ela transformava a maneira como aquelas pessoas viviam.

E aqui chegamos a uma pergunta importante:

É possível permanecer fiel em um mundo marcado pelo relativismo?

O sofrimento revela quem é fiel e quem é conveniente.

É fácil afirmar que seguimos Jesus quando isso não custa nada. É fácil declarar nossa fé quando todos ao nosso redor concordam conosco.

Mas o que acontece quando obedecer a Cristo significa perder alguma coisa?

O que acontece quando a fidelidade ao Evangelho entra em conflito com aquilo que a sociedade espera de nós?

A igreja de Esmirna era pobre, perseguida, caluniada e ameaçada. Mesmo assim, Jesus não apresenta nenhuma repreensão àquela comunidade. Ela recebe apenas elogios do Senhor.

Mas por que estava disposta a enfrentar tudo aquilo?

A resposta pode parecer simples, mas é profunda: aquela era uma igreja que havia compreendido o significado da conversão.

Jesus não é apenas Salvador. Ele é Senhor.

O que significa se converter?

Muitas vezes, falamos sobre Jesus como nosso Salvador, e isso está absolutamente correto. Ele nos resgata do pecado, nos reconcilia com Deus e nos concede vida.

Mas precisamos compreender que Jesus não é apenas alguém a quem recorremos quando precisamos de ajuda. Ele é o Senhor a quem entregamos nossa vida.

Antes de conhecermos Cristo, vivíamos sob o domínio do pecado. Éramos escravos de uma realidade que nos afastava de Deus.

Paulo escreve em Romanos 6 que, antes de nossa união com Cristo, éramos escravos do pecado, mas fomos libertos para uma nova vida de obediência.

Isso significa que a conversão não é simplesmente acrescentar Jesus à nossa vida. É reconhecer que ele agora tem autoridade sobre ela.

Jesus é nosso Salvador porque é nosso Senhor.

A salvação não consiste apenas em olhar para Jesus e perguntar o que ele pode fazer por nós. Também consiste em olhar para ele e perguntar: Senhor, como devemos viver? Como podemos te obedecer?

Somos libertos do domínio do pecado porque encontramos um novo Senhor a quem obedecer.

Era isso que os cristãos de Esmirna estavam demonstrando diante daquela sociedade: agora temos outro Senhor!

E talvez o mundo olhasse para aquela comunidade e perguntasse:

Que liberdade é essa de não poder fazer as coisas que dão prazer?

Por que vocês não podem simplesmente viver como desejam?

Por que precisam abrir mão de tantas coisas?

Essa pergunta continua presente em nossos dias.

A liberdade de não ser dominado pelos próprios desejos

Existe uma ideia de liberdade muito presente na sociedade contemporânea: ser livre é poder fazer aquilo que eu quero, quando quero, sem que ninguém determine os limites da minha vida.

Mas será que isso é realmente liberdade?

João Calvino compreendia que a verdadeira liberdade humana não está em viver independentemente de Deus, mas em viver de acordo com a vontade daquele que nos criou.

C. S. Lewis também apresenta uma reflexão importante sobre os desejos humanos. Quando colocamos nossos desejos no lugar de Deus, aquilo que prometia nos satisfazer pode acabar exercendo domínio sobre nós.

O que deveria ser apenas uma vontade passa a controlar nossas decisões.

Aquilo que parecia liberdade se transforma em escravidão.

E aqui encontramos uma verdade importante do Evangelho:

A liberdade que Cristo oferece não é a liberdade de fazer tudo o que eu quero, mas a liberdade de não ser dominado por aquilo que eu quero.

O pecado promete liberdade, mas produz escravidão. Cristo nos chama à obediência, mas é justamente nele que encontramos a verdadeira liberdade.

Isso não significa que a vida cristã seja uma vida sem desejos, vontades ou prazeres. Significa que essas coisas não podem ocupar o lugar de Senhor em nossa existência.

Não somos mais governados por qualquer desejo que aparece em nosso coração. Agora pertencemos a Cristo.

Quando obedecer a Jesus custa alguma coisa

Talvez alguém pense que essa realidade pertencia apenas à igreja de Esmirna, afinal, nós vivemos em um país que não enfrenta exatamente o mesmo tipo de perseguição.

Mas será que não existe perseguição ou pressão contra nossa fé em nossos dias?

Nem sempre ela aparece na forma de prisões ou ameaças de morte. Muitas vezes, manifesta-se em situações comuns da vida.

Talvez, no seu trabalho, alguém peça que você faça algo errado, ilegal ou desonesto. Você sabe que aquilo contraria os princípios de Cristo, mas também sabe que uma recusa pode trazer consequências profissionais.

O que você fará quando precisar escolher entre agradar ao seu chefe e permanecer fiel ao seu Senhor?

Talvez sua família tenha costumes e práticas que você sempre considerou normais, mas que agora, à luz das Escrituras, percebe que precisa rever.

Talvez seus desejos, seus hormônios, suas vontades e seus amigos estejam pedindo coisas que ferem aquilo que você reconhece como vontade de Deus.

Talvez as rodas de conversa da faculdade exijam que você participe de comportamentos com os quais sua fé não permite compactuar.

Talvez a correria do dia a dia, o cansaço e as responsabilidades estejam levando você a negligenciar aquilo que deveria permanecer em primeiro lugar.

E talvez seguir Jesus signifique perder dinheiro, amizades, oportunidades ou até mesmo seguidores nas redes sociais, simplesmente porque você decidiu não negociar sua fidelidade ao Senhor.

É nesse momento que nossa fé deixa de ser apenas um discurso e passa a ser demonstrada por nossas escolhas.

A igreja de Esmirna nos ensina que não podemos medir o valor da fidelidade pelo conforto que ela proporciona.

Essa igreja, por permanecer fiel e obedecer ao Senhor, tornou-se pobre aos olhos do mundo, pois escolheu ter Jesus como Senhor em vez de se curvar aos valores de uma sociedade que exigia dela concessões.

O mundo talvez não compreenda essa escolha. Mas Jesus a reconhece.

Não tenha medo: aquele que venceu a morte está com você

Depois de reconhecer a fidelidade daquela comunidade, Jesus faz uma advertência:

“Não tenha medo do que está prestes a sofrer. O diabo lançará alguns de vocês na prisão a fim de prová-los, e terão aflições por dez dias. Mas, se você permanecer fiel mesmo diante da morte, eu lhe darei a coroa da vida.”
— Apocalipse 2:10

Observe algo muito importante: Jesus não promete que aquela igreja não sofreria.

Ele não diz que a fidelidade os livraria de toda dificuldade, nem que a perseguição seria imediatamente interrompida.

Pelo contrário, ele anuncia que alguns seriam presos e que enfrentariam tribulações.

Mas, antes de falar sobre o sofrimento, Jesus diz: não tenha medo.

Essa ordem ganha ainda mais significado quando lembramos como ele se apresentou no início da carta: aquele que esteve morto, mas agora vive.

A igreja poderia enfrentar a morte, mas pertencia àquele que havia vencido a morte.

A promessa de Jesus não era necessariamente a preservação da vida terrena, mas a vitória definitiva daqueles que permanecessem fiéis a ele.

A coroa da vida representa a recompensa prometida aos que perseveram. E a carta termina com outra promessa:

“Quem for vitorioso não sofrerá o dano da segunda morte.”
— Apocalipse 2:11

A primeira morte pode alcançar o corpo, mas a segunda morte não terá autoridade sobre aqueles que pertencem a Cristo.

Essa é a esperança que sustentava Esmirna.

A fidelidade daquela igreja não estava fundamentada na garantia de uma vida confortável, mas na certeza de que Jesus era o Primeiro e o Último, aquele que morreu e ressuscitou.

Eles poderiam perder muitas coisas nesta vida, mas não perderiam aquilo que Cristo havia prometido.

Uma igreja pobre aos olhos do mundo, mas rica diante de Jesus

Lembra como começamos esta mensagem?

Falamos sobre a Igreja como luz em um mundo escuro. Antes de revelar os acontecimentos futuros, Jesus trata primeiro com a Igreja, porque foi ela quem recebeu a responsabilidade de testemunhar em meio a um mundo caído.

E a carta a Esmirna nos mostra que ser luz nem sempre será confortável.

Às vezes, permanecer fiel significará caminhar na contramão da sociedade. Significará dizer não quando todos dizem sim. Significará abrir mão de vantagens, reconhecimento e oportunidades para não negociar aquilo que pertence a Cristo.

Mas é exatamente isso que significa reconhecer Jesus como Senhor.

Isso é ser salvo: já não sou escravo deste mundo, nem dos meus próprios desejos. Minha vida agora pertence a Cristo.

Não fomos chamados para viver segundo qualquer vontade que aparece em nosso coração, mas para viver sob o senhorio daquele que nos libertou do pecado.

É hora de nos posicionarmos e deixar a luz brilhar.

Não porque somos melhores do que as pessoas ao nosso redor, mas porque pertencemos àquele que nos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz.

Talvez o mundo não reconheça nossa riqueza. Talvez nossas escolhas pareçam perda aos olhos de quem mede a vida por conquistas, prazeres e reconhecimento.

Mas a pergunta que realmente importa não é o que o mundo pensa sobre nós.

É o que Jesus vê quando olha para sua Igreja.

A igreja de Esmirna não recebeu a promessa de que não sofreria. Recebeu algo muito maior: a certeza de que o sofrimento e a própria morte não poderiam separá-la da vitória de Cristo.

Por isso, a mensagem de Jesus continua ecoando:

Não tenha medo!

O Primeiro e o Último está vivo. Aquele que esteve morto venceu a morte. E aqueles que permanecem fiéis a ele têm diante de si a promessa da coroa da vida.

Deixe um comentário